3 de agosto de 2015

A Francesa

Ao contrário das especulações, a Renault não decidirá seu futuro antes de setembro. Ao menos foi essa a afirmação de Cyril Abiteboul, diretor esportivo da fabricante francesa.

Para o dirigente francês não se trata de uma simples definição, muito pelo contrário. Existem uma série de opções a serem consideradas até a decisão final. Por enquanto a única coisa certa é que os franceses honrarão o acordo de fornecimento de motores para a Red Bull e Toro Rosso até o final da próxima temporada.

A imagem do final de semana


Por muito pouco uma tragédia não aconteceu na primeira prova da Stock Car, realizada em Curitiba, neste final de semana.

O grave acidente aconteceu na nona volta. Com problemas, Thiago Camilo seguia lentamente pela direita da pista, tentando voltar aos boxes, quando foi atingido na traseira pelo carro de Rapha Mattos. Na sequência Felipe Fraga, que estava logo atrás, encheu a violentamente a traseira de Camilo. Luciano Burti e Felipe Lapenna também se envolveram na confusão.

Thiago Camilo e Felipe Fraga foram retirados da pista em ambulâncias. Apesar do susto inicial, ambos não apresentaram fraturas e passam bem.

No fim das contas, apesar do acidente assustador, todos os envolvidos estão bem.

31 de julho de 2015

Mito

Não por acaso Alessandro Zanardi é um dos heróis desse blogueiro.

Ainda que não precise provar mais nada pra ninguém, Zanardi  quer tornar realidade mais um dos seus sonhos, disputar uma edição das 500 Milhas de Indianapolis, mas precisamente em 2016. Ano que marcará a 100ª edição da prova.

Para quem não sabe ou não lembra, na época em que o italiano corria na terra do Tio Sam, aconteceu um racha no automobilismo estadunidense. A confusão era tão grande que os pilotos da CART eram proibidos de participar de provas organizadas pela IRL, comandada simplesmente pelo dono do circuito de Indianapolis. Ou seja, Zanardi jamais participou de uma prova no templo sagrado do esporte a motor.

O italiano está buscando formas de viabilizar a empreitada. Arrisco dizer que o veremos lá no próximo ano.

FLAG

Uma cena um pouco diferente...

Ayrton Senna abrindo a bandeira para comemorar mais uma vitória em terras monegascas...Bons tempos aqueles.

Vettel

Sebastian Vettel rumando ao circuito de Hungaroring no último fim de semana. Esse sabe aproveitar a vida...



29 de julho de 2015

A imagem do domingo

Com um pouco de atraso é verdade, mas tá valendo...

Sebastian Vettel e a Ferrari em lua de mel.  A segunda vitória na temporada, a 41ª do jovem alemão - marca mística.

A meta de três vitórias estabelecidas no início da temporada que parecia apenas um sonho distante, está mais crível do que nunca. Quem diria...

Rapidinhas

RETORNO
Segundo o poderoso chefão, Bernie Ecclestone, a Renault decidirá seu futuro na categoria até o final desta semana. Se tudo der certo, a montadora francesa além de continuar fornecendo motores para as equipes Red Bull e Toro Rosso, deverá retornar a F-1 como equipe, assumindo o controle da Lotus.

IMPASSE
Circula a informação na mídia holandesa que a suposta transferência de Valtteri Bottas para a Ferrari, poderia estar comprometida em função do numerário pretendido pela Williams para a liberação do piloto finlandês. O atual presidente da Ferrari, Sergio Marchionne, não teria concordado em pagar a taxa de transferência. Cabe lembrar que o prazo final para a escuderia italiana exercer a opção para a renovação de Kimi Raikkonen expira daqui a dois dias.

#JB17
Fãs do piloto Jules Bianchi estão realizando uma campanha no Facebook com o objetivo de sensibilizar os organizadores do GP de Mônaco para rebatizar uma das curvas do circuito monegasco com o nome do piloto francês. Uma bela iniciativa, diga-se. Fica a torcida para que o pedido seja atendido.

27 de julho de 2015

GP da Hungria - 41

Fazia tempo que a categoria não produzia uma corrida como essa. E logo na Hungria, vejam só...

Foi uma bela prova, repleta de alternativas e com brigas por todos os cantos.

Sem dúvida alguma foi uma corrida marcante, por tudo o que aconteceu na última semana, com o falecimento de Jules Bianchi.

Foi emocionante ver pilotos abraçados em circulo, com os capacetes no centro, antes da largada em referência ao colega falecido. Uma morte estúpida, diga-se. Desde 1994, naquele fatídico final de semana em Imola, não morria ninguém na F-1. Isso posto, sigamos.

Vettel mais uma vez calou seus críticos de plantão. A chance se apresentou e Tião alemão não desperdiçou. Com uma tocada irretocável o jovem alemão cravou o segundo triunfo na temporada e atingiu a marca mística de 41 vitórias, igualando Ayrton Senna. Vettel se torna assim o terceiro maior vencedor na história da categoria, o que não é pouco. A sua frente estão Alain Prost (51) e Michael Schumacher (91). E tem gente que duvida do talento desse moleque.

Tudo bem, concordo que os tempos são outros, até porque a quantidade de corridas numa temporada é muito superior. Mas isso não diminui a conquista. Superar as 51 vitórias do professor é perfeitamente possível. Já a marca de Schumacher, essa meus amigos, não creio que viveremos para ver alguém supera-la.

O pódio foi completado pela Red Bull. Kvyat e Ricciardo fizeram um belo trabalho e chegaram lá, segundo e terceiro respectivamente.  Contaram com a sorte é verdade, mas faz parte do jogo.

Quem teve um final de semana para esquecer foi a Mercedes. Fazia tempo que os alemães não ficavam fora do pódio. A sequência de 28 corridas levando uma taça pra casa, acabou neste domingo.

Rosberg acabou tocado por Ricciardo, numa disputa normal de corrida e perdeu um segundo lugar que parecia certo, acabou em oitavo. Já Hamilton teve uma sorte danada. Pela quantidade de cagadas que cometeu o sexto lugar caiu do céu.

Com relação aos brasileiros, Felipe Nasr lutou muito, mas com o carro que tem nas mãos não há como fazer milagre. O brasiliense terminou em 11º.

Felipe Massa cometeu um erro juvenil ao errar o posicionamento no grid e comprometeu a sua corrida. Ainda que a Williams não se encaixe ao circuito, beliscar alguns pontos era mais que obrigação. Mas com a punição, o que já não era bom, ficou pior.